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domingo, 1 de dezembro de 2013
Há coisas que não têm título
Há alturas que é mesmo isto : BINGO! [Hoje há euromilhões?]
quinta-feira, 11 de julho de 2013
"-Vens?
-Vou
(...)
-Queres?
-Quero.."
-Vou
(...)
-Queres?
-Quero.."
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
"... Nas palavras quotidianas sobre gestos mundanos, há sempre um discurso com reticências, com certezas questionadas, com questões exclamadas, com ponto finais, vírgulas e travessões."
quinta-feira, 26 de julho de 2012
"...Noites de Verão onde o sabor a sol e o toque da brisa quente apodera corpos e mentes equilibradas levando-os a querer sentir e a delirar por ter.
-Querer e não ter é frustração! (Ecoa a mente em tentativa de controlo).
-Mas querer e não dizer é egoísmo por nós mesmos. É martirizar-mo-nos voluntariamente! (Grita o teco em explosão)
Momentos de solitária negação seguiram-se, como que uma balança de pesos em que o fiel entre o querer combate atrofiantemente com o não ter.
Em vão. Venceu o óbvio e querer foi como que ter, como que sentir, como que tocar, como que presenciar.
Faltou algo (falta sempre algo neste querer e não ter ). Mas o resto, o resto esteve lá e esse imagem a imagem, som a som, letra a letra, valeu bem a pena! ..."
-Querer e não ter é frustração! (Ecoa a mente em tentativa de controlo).
-Mas querer e não dizer é egoísmo por nós mesmos. É martirizar-mo-nos voluntariamente! (Grita o teco em explosão)
Momentos de solitária negação seguiram-se, como que uma balança de pesos em que o fiel entre o querer combate atrofiantemente com o não ter.
Em vão. Venceu o óbvio e querer foi como que ter, como que sentir, como que tocar, como que presenciar.Faltou algo (falta sempre algo neste querer e não ter ). Mas o resto, o resto esteve lá e esse imagem a imagem, som a som, letra a letra, valeu bem a pena! ..."
sexta-feira, 20 de julho de 2012
"... Num diálogo intenso, corriqueiro e banal, onde as palavras voavam como o vento de uma manhã, há uma que foi mais forte e feriu.
Num contexto de gestos e formas encarados errados, mal interpretados, não assimilados, há também atitudes de audácia mal compreendidas, insegurança que grita!
O discurso volta às palavras. Estas acalmam num tom fácil e meigo de uma voz forte. E no segundo seguinte ecoam insegurança, medo de perda.
E num tempo diminuto embalam numa dor e num sentimento de gostar que magoa!"
Num contexto de gestos e formas encarados errados, mal interpretados, não assimilados, há também atitudes de audácia mal compreendidas, insegurança que grita!
O discurso volta às palavras. Estas acalmam num tom fácil e meigo de uma voz forte. E no segundo seguinte ecoam insegurança, medo de perda.
E num tempo diminuto embalam numa dor e num sentimento de gostar que magoa!"
terça-feira, 12 de junho de 2012
"... O telemóvel que toca numa melodia característica de famosa marca do mercado de tecnologias. Um olhar de alegria que transforma o ar cansado no rejúbilo do carinho, motivado por ver no visor o esperado aconchego, "És Tu!". Falam-se. Enamoram-se. Curtem-se. Vêm memórias e ficam recordações. Terminam uma chamada que foi musical silêncio e retomam à vida do essencial e da segurança!"segunda-feira, 11 de junho de 2012
"... Numa noite quente e ardente de Verão antecipado, a lua cheia iluminava o silêncio típico mas apaixonante da noite. Dois rostos que se cruzavam e numa conversa corriqueira faziam relatórios diários de aventuras, conquistas e acções quotidianas. Uma boa disposição não tão contagiante como o calor da noite ou o seu silêncio apaixonante, mas amena de quem se gosta e se quer...
Falar alivia a alma, aproxima não só os rostos, mas os corações que se falam...Mas optaram por guardar as palavras. Tentaram que os gestos falassem outra linguagem e não apenas a que sentiam naquele comum momento. Deixaram-se embalar pelo lhes ia no coração e num beijo despediram-separa um acordar mais calmo e apaixonado..."
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