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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Hoje é dia...

"Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?"

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

...

"Pega-me na mão e diz-me que vai tudo correr bem. Olha-me nos olhos e sorri. Dá-me um beijo e conforta-me. Faz-me um afago e acalma-me. Abraça-me e diz que ficas comigo para sempre. Que vais tomar sempre conta de mim. Que sabes que eu estarei sempre ao teu lado da mesma forma. Que nada existe que nos faça deixar de gostar um do outro.

Promete-me ficar e eu prometo-te não me ausentar.
Toma conta de mim. Que eu tomo conta de ti." (Rita Leston)

Todos os dias da minha vida. Tudo que tenho e sou e um bocadinho mais que vou descobrindo que consigo. Com falhas? Muitas. Com erros? Claro. Mas com tudo!!! 

Longe? É aí que tenho o melhor lugar?

(Porquê?)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Queria. Não sou. Vem. Não te vás.



"Prefiro calar...

Quando escuto uma mentira, prefiro não comentar...
Dói ?
Sim.
Mas acredito que vai doer mais a quem a disse, a quem a espalhou e tenta enganar a todos...quando na verdade se está a enganar a si próprio.
Prefiro calar...esperar...sem interferir até à verdade...
Sim...a verdade chega...mais cedo ou mais tarde...
Tropeça numa e noutra, e não consegue fugir, acaba por ser derrubado quem a falou...
Esta é a minha forma, escutar...não me manifestar e deixar que um dia o destino a deixe manifestar...

Prefiro Calar...não me pronunciar...
Não vai tardar, e a realidade vai a revelar...

(Ana Pôla)"



Ensinamentos supremos. Não! Não sou assim. Tenho a transparência na ponta da língua que vem ligada ao coração.Automático.

Se perco? Perco. 

Se dói? Imenso.
Acredito que a verdade vem. Sei que sim. Mais ainda quando está espellhada a casa palavra e gesto corrompido. Mas e se ela demora a chegar e quando cá estiver for tão tarde? Não quero deixar...

sexta-feira, 18 de julho de 2014


Será? Temos de deixar de ser nós para nos darem o valor que nos têm?
Não é contra-natura transfigurar-nos, para saberem o que somos?
... ... ...

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Descompressão de quem vive!

Fo%#-$%, a falsidade e a falta de escrúpulos.
Fo%#-$%, a mentira, o fingir ser o que não se é.
Fo%#-$%,o egoísmo, o mau carácter.
Fo%#-$%,o acordar a pensar no mal que se pode fazer hoje.
Fo%#-$%,a hipocrisia de quem quer destruir.
Fo%#-$%,as atitudes infantis e falta de maturidade.
Fo%#-$%,a inveja, o mover-se ao mal do outro.
Fo%#-$%,a cobardia, o atirar a pedra e depois esconder a mão.
Fo%#-$%,as pessoas que vivem proporcionalmente à maldade do fazer ao outro.
Fo%#-$%,a falta de sorte.
Fo%#-$%,os obstáculos no caminho, que muitas vezes nos fazem esmorecer.
Fo%#-$%,a loucura, que teimamos afastar, mas que teimam cultivar.
Fo%#-$%,a não realização dos sonhos.
Fo%#-$%,a crise.
Fo%#-$%,o ser boa pessoa.
Fo%#-$%,a falta de valores, de educação...
Fo%#-$%,o TPM e a menopausa.
Fo%#-$%,a falta de sanidade.
Fo%#-$%,as más acções.
Fo%#-$%,a falta de dinheiro.
Fo%#-$%,a riqueza.
Fo%#-$%,a mentira, a hipocrisia e a rafeirice.
Fo%#-$%,Fo%#-$%,Fo%#-$%!!!

Ler gritando e viver de seguida!



sábado, 1 de março de 2014

Vem...

Vem sussurrante e de mansinho.
Vem e traz o que ele despedaçou.
Traz o aconchego de um beijo mais audaz, mais felino, mais apaixonante.
Carrega a beleza dos dias que ele roubou.
Abre a janela de rompante, fazendo esquecer as portas fechadas, cada dia de todos os poucos dias dele.
Vem! Vem e dissipa. Arrasa. Faz crescer.
Pinta de cor-de-rosa o cinzento triste e apagado que ele esboçou.
Renasce-me os dias. Renasce-me a alegria de ter. Reaproxima.
Tu. Traz também a leveza das flores que nascem, a frescura dos odores primaveris e a beleza do sol e coloca-os no caminho que ele trilhou de obscuridade de acções.
Entra de rompante e sê a nova marca e o novo rosto, recolorindo a pintura que ele forjou e voltou a forjar.
Traz o sol à chuva que ele trouxe. Traz o sorriso e corrompe as lágrimas que ele plantou.
Sê a paz para a  revolta agitada que ele criou.
Tão pequeno, tão demoníaco, tão cruel.
Em ti, tenho a esperança do renascer. Do avançar e da luz que brilha lá ao fundo do túnel, para se espelhar nos nossos sorrisos.
Tu. Tu és a âncora a que me agarro e porque suplico desde o meio dele.
Tu que és a simbologia da chegada, sê a simbologia do reencontro e do fim das trevas.
Tu, que tanto trazes para alegrar, todos os anos, traz mais um bocadinho, porque ele doeu demais. Porque ele também trouxe uma crueldade tamanha, quase impossível de suportar. Quase tão impossível de curar. Porque ele fez doer tanto e as minhas esperanças sempre estiveram postas em ti.
Vem Março e faz esquecer o que Fevereiro roubou.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Já traduzi um livro que nunca li!

"Camilo Castelo Branco encantou a nossa Literatura com este clássico "Amor de Perdição", que fez a sociedade portuguesa perder-se no amor e de amor.
Das suas sábias palavras muitos se apaixonaram, muitos fizeram hinos epopeicos de paixões avassaladoras e muitos foram amor ardente.
Hoje também por aqui há sentimentos assim, de perdição.
A perdição de um olhar mais doce, acompanhado do toque exponencial do puro carinho, o meu!
A perdição ardente de dois lábios que se tocam, na loucura de um beijo demorado, os nossos.
A perdição da palavra singela, doce e num sussurrado, com voz tenuamente forte , num ouvido aconchegado, a tua!
A perdição dos mais puros e marcantes sentimentos, que num brotar de coração falam da singeleza do ser.
A perdição do gostar, da adição do meu eu com o teu tu, num singular colectivo que me faz perder-me de amores. Perder-me por ti!

Com gostar de perdição..."

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Porque tudo...

É madrugada.
Lá fora a acalmia serena que se interrompe a cada automóvel perdido.
Na escuridão paira o silêncio gelado dos amarelos alertas de uma noite de inverno.
Há, por entre as paredes silenciosas, a estranheza do barulho soluçar de dois olhos, que falam a um só coração.
Falam de entrega. Escorrem as lágrimas da doação total e plena.
Sufocam-se no sono que se espairece por pensamentos de preocupação, mais que egoísta, mais que singular, colectiva.
Entoam os gritos calados da razão, do estender a mão ao que reflecte o coração.
Ressurgem as memórias.
Crescem  fantasmas gratuitos dos obstáculos quotidianos. São vidas injustas. São linhas que se tentam cruzar, para emaranhar de nós sem sentido e sem solução a estrada que se trilha, a trabalho árduo por cada segundo, com mãos recheadas de afectos puros.
Torna-se na noite longa com ausência de palavras.
É a solidão solitária de um quarto apagado.
Porque tudo, na certeza que se tem, é simplesmente amor!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Na vida quotidiana, muitas vezes vemos, ouvimos, observamos e nada dizemos. É a arte de saber. É a obscuridade de descobrir. É a essência de esperar. É, ainda muitas vezes, a dor de sofrer.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Provocação que é gratuita, mostra o fracasso que nada compra....

     "Provocação é Simplesmente Um Ato Imbecil De Pessoas Que Vivem De Fracasso!", dizia Welton Barbosa.
     Acrescento de vida: a gratuitidade das provocações, do provocar para inferiorizar, para acabar, para deturpar aquilo que existe, disfarçando-se numa pele de carneiro quando a essência vive  da traiçoeira arte de lobo, é espelho de falta de carácter. É maldade no seu estado mais puro. É atitude de desprezável apreciação. É a pobreza total e que nem o dinheiro, por muito que tenhamos, pode comprar.É a falta de respeito por quem se provoca, pelo que se  quer e se engana, pelo mundo...
     A lição é simples: tudo se descobre. E, um dia, colho aquilo que semeei, e já diz o velho ditado: "Quem semeia marés...".
     Pode doer. Dói. Pode levar-nos ao limite da lágrima que escorre por tão pouco não acreditarem e por nos fazerem parecer o autor mau. Leva. Pode fazer esmorecer. Faz. Mas tem de valer a pena. Tudo que fazemos de coração tem de valer a pena. Quando nada se faz para ver mal no outro tem de valer a pena. E eu acredito, tudo se paga neste mundo. E saber-se-á de onde emanam provocações gratuitas.

   

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sem ninguém dar por elas. Só o espelho!!! Das vezes!!!

Lágrimas Ocultas
Se me ponho a cismar em outras eras 
Em que ri e cantei, em que era querida, 
Parece-me que foi noutras esferas, 
Parece-me que foi numa outra vida ... 

E a minha triste boca dolorida, 
Que dantes tinha o rir das primaveras, 
Esbate as linhas graves e severas 
E cai num abandono de esquecida! 

E fico, pensativa, olhando o vago ... 
Toma a brandura plácida dum lago 
O meu rosto de monja de marfim ... 

E as lágrimas que choro, branca e calma, 
Ninguém as vê brotar dentro da alma! 
Ninguém as vê cair dentro de mim! 

Florbela Espanca, in "Livro de Mágoas"

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Hoje é Verão Outonal....

O Verão outonal, inspira-nos. Traz-nos a alegria de um verão harmonioso, embora já distante, que nos colore a pele e a alma. Somos invadidos pelo aconchego das boas lembranças e das recordações dos momentos que nos aquecem o coração.
Mas há, como em tudo nesta passagem, excepções. Dias de Outono quente que a mente está fria, ou arrefece pelos toques que vemos ao nosso lado e aí... Aí vêm à memória as lembranças frias e escuras das vivências. Aquelas que nos surgem à vista e que nos levam a rever e reviver o que nos entristece. E assim, paramos. Diante de uma janela com sol lá fora e silenciamos. Não só as palavras mas os gestos e deixamos apenas que as lágrimas falem.... Que falem nas folhas coloridas que vemos lá fora, no brilho do sol que nos bate no rosto e no silêncio que nos invade a casa.
E instantes demorados depois, acalmamos, não no momento, mas na certeza que talvez amanhã as coisas desvaneçam e que haja o que aqueça também a vida. Porque tudo tem uma forma de aquecer, mais cedo ou mais tarde. Sempre!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Isso mesmo, sem título...

A falta de escrúpulos, de sentido de preocupação com o outro, de sorrisos cínicos para quem passa..
O sentido básico de se viver atropelando os outros...
O não ter atenção aos meios para atingir fins...
A dupla face. A face que se transforma.
O glorificar-se numa boa pessoa que não se é...
Um tudo que muitas vezes pensamos já não existir, mas que em cada passo do caminho, nos abeiramos...

segunda-feira, 15 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Bad day's!

Um armário cheio de tudo e um corpo que não vai com nada.
Alturas com auto-estima de lixo que dura há já tempo a mais [e as tentativas da mudança pouco se fazer notar]

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Do beijo que me deste!


''Sei o que quero
Sinto a tua magia, o teu toque, o teu cheiro.
Tudo é tão delicado,
Tudo é tão verdadeiro
Fazes-me sentir tão bem
Este é o meu desabafo 
Por todos os bons momentos
Guarda-o só para ti
Sussurro ao teu ouvido
O quanto eu gosto de ti
São momentos!"

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Shiuuuuuuuuu!


[Perco-me nos teus olhos.
Desejo tocar-te! Sentir-te! Ter-te nos meus braços no silêncio do aconchego.
Sentir-te a barba de três dias que me marca a pele.
Enroscar-me nos teus braços e ficar. Eu, tu. O silêncio que nos fala, calando-nos.
Esqueço a vida, quando estou nos teus braços. Mas, quando não estou, deixo-a levar-me (e ela corre para ti, na tua direcção).
A minha alma corre, para onde o físico não vai. Para ti, para o melhor lugar do mundo, o teu abraço bom, apertado.
Arrisca! Vem! Vem e agarra-te a mim. Estou aqui.
Com o coração cheio de ti!]

domingo, 12 de maio de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013


"Melancolia. Maneira romântica de ficar triste." [Mário Quintana]